Em um mundo onde a mudança é a única constante, as mídias sociais emergem como epicentros dinâmicos da nossa vida digital. O que começou como uma simples troca de mensagens e compartilhamento de fotos evoluiu para algo muito mais complexo. À medida que as redes moldam e são moldadas pela sociedade, a ascensão da inteligência artificial adiciona uma camada fascinante a esse panorama em constante transformação.

 

O antigo Twitter, atual X, por exemplo, além de vender nomes de usuários inativos, também está ajustando seu algoritmo de recomendação para mostrar contas com menos seguidores e postagens fora da sua rede de amigos. E não para por aí: Elon Musk também está lançando um buscador de empregos, entrando no terreno do LinkedIn e anunciando guerra. 

 

O YouTube que vinha se aventurando no mundo dos videos curtos, vem apostando alto na inteligência artificial com o ‘Dream Track’, um recurso que permite a geração de faixas musicais a partir de comandos de texto ou melodias cantaroladas podendo emular até cantores famosos. Essa fusão de criatividade humana e tecnologia destaca como a inteligência artificial não apenas transforma o conteúdo, mas também o processo de criação em si. Tanto é que os criadores agora devem marcar vídeos que utilizam IA como “realista” ou “sintética” para não enganar mais ninguém. 

 

Além disso, em breve o “Full HD Premium” estará disponível para smart TVs e certas mudanças nas diretrizes de monetização de conteúdos adultos também serão observadas. Por exemplo, agora conteúdos de amamentação também podem ser monetizados. Por incrível que pareça antes amamentar era considerado conteúdo erótico pela plataforma.

 

Adam Mosseri, chefe do Instagram, também anunciou testes para um novo recurso: a opção de remover a confirmação de leitura nas dm, semelhante ao WhatsApp. Enquanto isso, casos de publicidade inadequada como exemplo do anúncio de “Jogo do bicho” no Facebook e no Instagram chamam a atenção, questionando a vigilância regulatória e a necessidade de ajustes.

 

E claro que o Tik Tok não poderia ficar de fora.  O Fundo de Criadores será encerrado em dezembro, dando lugar ao Programa Criativo que incentiva a criação de conteúdo por todos os usuários da plataforma. E também passa a sinalizar conteúdos gerados por inteligência artificial. 

 

Ninguém pode negar que as mídias sociais são ecossistemas dinâmicos onde a inteligência artificial desempenha vem desempenhando cada vez mais um papel central, influenciando não apenas o que vemos, mas também como nos conectamos e interagimos. O futuro digital reserva não apenas surpresas emocionantes, mas também a promessa de uma transformação ainda mais profunda à medida que a inteligência artificial continua a moldar o modo como experimentamos a vida online. 

 

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